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sexta-feira, 7 de novembro de 2014


Mais uma tertúlia com o biopsicoterapeuta Alain Jézéquel.

Abordagem terapêutica baseada na mais recente investigação da escola francesa: os sintomas como soluções para desequilíbrios que o cérebro identifica e procura compensar. Está tudo no cérebro.

Saí da tertúlia com muitas questões, mas são as questões que me movem neste caminho.

Agora quero este livro!


« Dans les cas cliniques bien documentés, la maladie apparaît comme la compensation symbolique d’une souffrance intime gardée, secrète, inavouée, refoulée. Les symptômes mettent le sujet dans un état qui le protège et l’empêche symboliquement de vivre cette souffrance. » 

sábado, 21 de junho de 2014


E hoje foi mais um dia de reflexão e aprendizagem... Vamos substituir o medo e a necessidade de afastar o sintoma a todo o custo pelo acolhimento do mesmo e o diálogo interno, de forma a entender a sua função, respeitando as respostas adaptativas do nosso cérebro que, em última análise, procura sempre a solução dos conflitos com que se depara. Mudança de paradigma nada rentável para as índústrias que nos vencem pelo medo: não podemos comer determinado alimento, senão... não podemos estar ao sol sem protector, senão... não podemos não tomar um determinado medicamento, senão... não podemos poder... Esta abordagem visa aproximar-nos de uma vida natural e responsável e promove uma atitude de observação e aceitação perante a doença que, acrescento eu, faz parte do caminho do indivíduo saudável. Pela integração e não segregação da experiência.


A minha leitura de hoje:


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Sábado, 17 de Maio de 2014

Quando alguém me procura com alguma doença ou queixa física, eu encaminho para este especialista, Alain Jezequel, biopsicoterapeuta, que associa processos biológicos a emocionais. Ajuda-nos a desconstruir os sintomas até que eles percam a sua força e a sua função e desapareçam.

"Cada doença é como cada um de nós: específica, resultado da nossa história particular, do nosso relacionamento com o meio, do relacionamento connosco, da forma como gerimos as frustrações, as rupturas da vida e ainda de experiências prematuras vividas de forma traumática."

"A TSB propõe que o doente concentre a sua energia na identificação dos momentos decisivos que estão na origem do sintoma."

Hoje fui uma tertúlia sobre a TSB e, na 3a feira, tenho consulta para entender os meus sintomas actuais. Depois partilho.

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