Mais um desafio curação em que me meto. Inscrevi-me neste campeonato, organizado pelo escritor Pedro Chagas Freitas e já recebi o desafio da primeira jornada. O prémio é a publicação de um livro. Tendo em conta de que gosto de escrever e que um dos pilares da minha cura é a criatividade, por que não? Por enquanto, não me é permitido publicar nada relacionado com o campeonato mas depois dou notícias.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
"As células eram boas e transformaram-se em más." Em que circunstâncias os bons da fita se transformam em maus? Em que contexto os bons se juntam aos maus desistindo daquilo que sempre defenderam? Haverá algum processo de desistência, de desamparo aprendido, de vitimização, na base do comportamento das células que mudaram de team e começaram a multiplicar-se anormalmente? Será que perderam a sua força a determinada altura? Qual será a melhor opção: combater e aniquilar as células convertidas/traidoras ou empoderar as células boas?
Traçando um paralelo entre funções fisiológicas e psicológicas, a mim interessa-me o desempoderamento das células boas e o desempoderamento da pessoa em causa, na sua vida. Que capacidade tem esta pessoa de se manter fiel a si própria? Quantas vezes abdicamos do que é importante para nós em prol do que é importante para os outros?
Por outro lado, será que se dá uma perda de poder ou, pelo contrário, há uma verdadeira revolução que se dá pela força, mas uma força agressiva e não assertiva? Os bons estão cansados de ser bons e partem para a chamada "ignorância". De repente ganham o poder que não conseguiram obter de outra forma. Pela força. Não do bem, mas do mal. De que forma trazemos consciência a essa ignorância?
É talvez necessário regredir até a formas de pensamento mais arcaicas ou a formas de comportamento celular primitivas para entendermos estes mecanismos.
A mim como psicóloga, interessa-me empoderar o doente, aumentando os seus recursos bons, transformadores, construtivos e não tanto combativos, embora seja sempre conveniente manter o espírito de luta bem desperto, mas que no fundo é inerente ao estar vivo, por si só. Ou seja, não acredito que a solução seja combater o mal, embora entenda a opção de responder à violência das células doentes com violência. Nalgumas situações esta abordagem poderá ser suficiente e poderá ser a linguagem reconhecida. Mas continuo a preferir o reforço da parte saudável, o foco na saúde e não tanto na doença.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Sábado, 8 de Fevereiro de 2014
Hoje foi mais um dia de formação, em que não aprendi nada de novo em relação ao cancro, mas pude reflectir um bocadinho mais sobre a forma como o interpretamos e enriquecer a minha experiência pela partilha das histórias que ouvi. Cada vez fico mais certa da importância da curação, como cura do coração no processo de doença.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Um amuleto é um objecto que transportamos connosco acreditando que nos traz protecção contra influências negativas, má sorte, doenças... Se um amuleto traz consigo características naturais de protecção, um talismã já necessita de um ritual de consagração que lhe atribua essas mesmas características (dizem as minhas pesquisas no google). Quer isso dizer que, a partir de hoje, transporto este talismã comigo. Não só pela sorte que acredito que a pessoa que mo deu me pode trazer, como pelas palavras e pozinhos mágicos que a mesma proferiu, carregando este mickey de toda uma intenção e responsabilidade. Bichos maus que andam para aí a pôr as pessoas - e principalmente as crianças - doentes, ponham-se a pau, porque os vossos dias estão contados! Do alto dos seus 5 anos, a bruxinha falou e disse. E eu assinei por baixo.
Por que os rituais podem ser importantes? Um ritual ajuda-nos a materializar uma intenção, uma energia e um foco em determinada direcção. E a manter viva essa mesma intenção.











