segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Este foi o programa do último Sábado. O público-alvo desta associação e desta formação são os doentes evacuados de Cabo Verde, principalmente os que colaboram também como voluntários. Estou a assistir a esta formação, no primeiro dia sobre as doenças cardiovasculares, no segundo sobre a doença renal - faltam dois - para aumentar os meus conhecimentos e estar mais e melhor preparada para trabalhar na área da psicossomática.

E quando se fica com vontade de abraçar toda a gente numa sala?

domingo, 19 de janeiro de 2014


Se há coisa que um bebé traz, é: Esperança. Se há coisa que uma mãe traz, é: Amor. Se há coisa que uma amizade traz, é: Segurança. Se há coisa que uma mulher traz, é: Mil Sentidos. Se há coisa que a vida traz, é: Oportunidade. Se há coisa que eu trago, é: Gratidão. Se há coisa que a Joana me traz, é: Inspiração.

Tudo é possível e passível de acontecer. No tempo certo. A quem sonha.

sábado, 18 de janeiro de 2014


   
Re-make de 7 de Julho de 2013, para o espectáculo CRIO da Arte Move, Academia de Artes:


O meu coração fala sozinho. Tenta falar comigo. Eu não oiço. Tenta falar contigo. Tu não estás. Parece que as palavras do coração rimam em versos de chorar. Tenho medo de ser levado e nunca mais amar. Não vou contigo. Ainda aqui estás? O meu coração fala sozinho. Porque não pode calar-se, mas não encontra ouvidos destapados para as palavras mais bravas. Palavras abafadas que às vezes dançam, às vezes cantam... mas os males não espantam... porque o meu coração fala sozinho. Não encontra interlocutor. Nem em mim… quanto mais em ti! “Cala-te um bocadinho… Deixa-me sozinho… Sozinho…”



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014




Os amigos são assim como bruxinhas boas que nos antevêem um futuro risonho. Este foi o post da Ana no dia 31 de Dezembro de 2012, depois do primeiro ciclo de quimioterapia, que me deixou no limbo. No mesmo dia, um ano depois, estava a linfobabe Dani na corda bamba, na fronteira das grandes decisões - ir ou ficar - mas a profecia que se confirmou para mim, confirma-se para ela também, que sai hoje do isolamento do IPO, de volta à vida que escolheu. Hoje celebramos porque sabemos o valor que temos, o valor que têm as pessoas que nos rodeiam e o valor que têm os créditos de vida que recuperámos.

E até a Lua se encheu de sonhos e esperanças. E até Lisboa se cobriu de branco. E até quem sabe um dia, não hoje, mas eventualmente, nos possamos sorrir disto tudo...

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014


Como a vida é dualidade para lá da unidade, vou falar de tristeza e de estar triste. Podia falar de estar zangado, furioso, magoado, incomodado, mas vou falar de estar triste porque a tristeza se esconde atrás de várias máscaras, até de muitos sorrisos. A tristeza é uma óptima companhia, deixa-nos chorar, dá-nos colo e abraça-nos para não irmos a lado nenhum. Se não fosse a tristeza, como seria a solidariedade? E a amizade? A tristeza visita-nos e chateia-nos muito se não a deixamos entrar. Não vem sozinha. Traz vários amigos que nos ajudam a expressá-la: lágrimas, palavras, gritos, silêncio... Sim, o silêncio ajuda-nos a ouvir a tristeza... E o sorriso. A tristeza traz-nos o sorriso para que não fiquemos sós quando se vai embora. 

Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

Hoje saí da "Padaria Portuguesa" a sorrir e do restaurante vegetariano "Jardim das Cerejas" com um sorriso rasgado na cara que só desfiz quando me apercebi de que estava a rir sozinha no meio da rua. Com isto percebi que, na balança das pessoas que me rodeia ou de que me faço rodear, quero aumentar o lado das pessoas que me fazem sorrir, sejam elas muito íntimas ou perfeitas desconhecidas.Tão simples quanto isso. Para que 2014 me sorria, vou sorrir a 2014. E é tão barato sorrir que não acredito na desculpa da crise para não o fazer.

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